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A estimulação profunda do cérebro na doença de Parkinson

publicado em 26-11-2006

Um estudo realizado em pessoas com mais de 75 anos recém publicado no Jornal de Medicina da Nova Inglaterra concluiu que pessoas com doença de Parkinson em estado avançado se beneficiam mais com a estimulação profunda do cérebro do que com medicamentos.

O tempo que a pessoa passou com imobilidade diminuiu e com mobilidade aumentou.

A doença de Parkinson é uma doença crônica que se caracteriza por tremores, rigidez, lentidão dos movimentos e distúrbios na coordenação e no equilíbrio.

A estimulação profunda do cérebro é um procedimento cirúrgico é realizada em alguns pacientes com sintomas severos e que não mais respondem à medicação.

É colocado na região subtalâmica um fino fio de metal ligado a um estimulador cerebral que conduz uma corrente elétrica para a região dentro do cérebro, sendo capaz de “temporariamente desligar” as atividades cerebrais da correspondente área do cérebro.

Não é a cura definitiva da doença de Parkinson, mas os sinais anormais do cérebro que causam tremores e outros sintomas, são temporariamente bloqueados .

 

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