Tomar bebidas diet talvez não seja a melhor maneira de emagrecer
publicado em 31-03-2008
Pesquisadores do Departmento de Psicologia da Universidade de Purdue chegaram a conclusão de que os adoçantes artificiais podem fazer com que o corpo perca a sua habilidade natural de “contar” as calorias e regular as calorias dos alimentos ingeridos X o peso do corpo.
Isto não quer dizer que se deva escolher tomar refrigerantes regulares.
A abordagem Pavloviana da obesidade sugere que a capacidade do corpo de regular automaticamente as calorias ingeridas com o peso do corpo depende da sua habilidade em aprender a sentir o gosto e sabor da comida sugerem a quantidade de caloria ingerida.
O aprendizado começa muito cedo na vida e a pessoa aprende que o sabor doce e com idas viscosas são sinais de calorias altas.
Os pesquisadores vão além ao dizer que o corpo traduz estas informações acerca das calorias percebidas dizendo ao corpo quandop se deve parar de comer.
Os últimos 25 anos foram caracterizados por um aumento dramático no consumo de alimentos adoçados artificialmente e de baixa viscosidade.
A incidência de obesidade também aumentos neste período e os professores acham que estes alimentos interefrem com a habilidade natural do corpo em usar o gosto doce e a viscosidade para contabilizar as calorias das bebidas e comidas.
Quando se substitui um adoçante artificial pelo açúcar o corpo não consegue mais usar o seu aprendizado, se engana achando que o produto adoçado com açúcar não tem calorias e portanto permite com que a pessoa coma em excesso.
Mais pesquisas precisam ser feitas para avaliar se o corpo e o cérebro podem ser retreinados em poderem naturalmente contabilizar as calorias depois do consumo de bebidas adoçadas artificialmente e altamente calóricas.